segunda-feira, 11 de junho de 2012


O DATA Cult foi ao encontro da dançarina (professora de dança) Gisa Carvalho para falar um pouco sobre a arte que ela, tão competentemente, divulga para Poços de Caldas e toda região. Ele administra, com muito sucesso, a Escola de Dança Gisa Carvalho na cidade.

Assista, aqui, a alguns dos bons momentos do papo que o DATA teve com ela. Simplesmente imperdíveis:

                            
Gisa Carvalho disse ao DATA Cult que a maioria dos frequentadores à Escola de Dança Gisa Carvalho vão para se desestressar, divertir, fazer amizades e sentir-se bem. Quanto aos outros, aqueles que querem se profissionalizar, como ela afirmou, precisam ter consciência de que haverá a necessidade de concentração, entrega e muita preparação física. "Neste caso, dedicação é tudo". Assista ao vídeoDATA e entenda.
                  
                           
Neste vídeoDATA, a entrevistada disse que a idade nunca chegou a representar, de fato, um problema para quem quer dançar. Gisa Carvalho afirma que se pode iniciar em qualquer faixa etária. Ela ressalta que tem crianças matriculadas aos dois anos e meio de vida, cuja tarefa inicial é preparar-se para a dança. E pessoas da chamada terceira idade, estas encontram, na dança, além de uma ocupação física a possibilidade de ressocialização mais fácil.

                           
Para a especialista, o fato de a pessoa ter experiência "lá fora" - pessoa que, habitualmente, dança em bares, festas e clubes - é, sim, um facilitador, vez que ela já chega trazendo mais molejo e, em tese, vai se sentir menos avexada. Ao DATA Cult,  ela acrescentou que o único pequeno problema que pode surgir é  esta pessoa ter alguma dificuldade de adaptação. Afinal, terá acrescido ao seu gosto pela dança algumas técnicas que são imprescindíveis à arte e que, fora das escolas especializadas, tais técnicas não são oferecidas.

                           
Para alívio de muitos homens e mulheres, Gisa Carvalho lembrou que a dança não exige compromisso da pessoa que quer dançar com um corpo belo, escultural. Como ela frisou neste vídeoDATA, não se pode confundir condicionamento para a dança com a necessidade de se ter um corpo malhado, bonito, segundo o que exige a sociedade contemporânea. Logo, como ela afirma, os "gordinhos" podem, sim, dançar. E muito bem. Escola de dança não é academia.

                         

                           
Para a entrevistada, dançar é uma maneira de investir na maior das qualidade humanas: a capacidade que cada um tem de ser feliz e conviver civilizadamente. Neste vídeoDATA, ela explica aos "dateiros" a real importância e peso que a arte da dança pode ter na vida de cada um.

                           
Neste vídeoDATA, Gisa Carvalho diz ao DATA Cult a relação de muitos ganhos que as pessoas de terceira idade podem ter com a arte da dança. Para ela, dança e terceira idade têm tudo a ver.

                           
                                
Embora na entrevista ela tenha dito que, majoritariamente, as mulheres é quem mais procura a "dança", a dançarina fala, com alegria, que o número de homens é crescente e animador. Neste vídeoDATA, Gisa Carvalho adverte que os homens procuram mais as aulas de dança por conta de algumas especificidades sociais.  Assista!

                                
Gisa Carvalho desmistifica a ideia de que apenas alguns são capazes de dançar, como se "dança" fosse exclusividade de poucos carimbados pela sorte. Para a dançarina, dança é treino e esforço. Assista ao vídeoDATA e compreenda as observações que a entrevistada fez ao DATA Cult.

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